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24 de agosto de 2017

Curgete na frigideira em boa companhia


Com o calor a vontade de comer refeições ligeiras e rápidas, mas que sejam também nutritivas, torna-se quase imperativo. Gosto de abrir o frigorifico e a despensa e dar largas á imaginação. Os salteados de legumes são uma das refeições que mais aprecio e que me servem para os almoços de trabalho. Desta vez o ingrediente base escolhido foi a curgete, vegetal da época e que tenho sempre no frigorifico. A ela juntaram-se o grão e a massa para uma maior consistência na refeição, os tomates sumarentes e os aromas do alho e dos oregãos e a frescura do gengibre e do limão. São servidos?


Ingredientes:
Massa cozida al dente q.b. (macarrão, esparguete, etc.)
1 curgete pequena, cortada em meias luas
1 mão cheia de grão cozido
1 dente de alho laminado
1 colher de sopa de azeite
1 colher de café de gengibre fresco ralado
Sumo de limão
1/2 cebola roxa, pequena, cortada às rodelas
Tomate cereja q.b., em metades
Oregãos a gosto
Sal e pimenta a gosto

Preparação:
Numa frigideira antiaderente coloque o azeite eo dente de alho. Deixe frigir em lume brando e quando começar a sentir a frangância do alho junte a cirgete e envolva.
Deixe a curgete grelhar por alguns minutos, voltando-a ameio do tempo, até estar dourada. Não deixe cozinhar de mais, para não ficar demasiado mole.
Quando estiver pornta, acrescente o grão, gengibre ralado e envolva.
Junte a massa, a cebola roxa e o tomate cereja.
Tempere com sal e pimenta gosto, regue com sumo d elimão e polvilhe com oregãos.
Sirva quente.
 

23 de julho de 2017

Estufado de vegetais


Eu não gostava de vegetais e passei a gostar quando o meu paladar despertou para novos sabores e, irremediavelmente, para novos ingredientes. Nesse momento a minha curiosidade pela cozinha e pelo ato de cozinhar também começou a crescer. Aventurei-me a aprender por aqui e este foi uma das minhas primeiras experiencias pela cozinha vegetariana. De vez em quando volto a este prato porque é simples de fazer, surpreendemente saboroso com a presença do milho e posso congelar em doses individuais para me precaver contra a falta de tempo, vontade ou inspiração para preparar uma marmita. E, assim, chega mais uma receita para o desafio da Marta.
 


Ingredientes:
1 lata pequena de milho, escorrida
1 cubo de espinafres congelados (previamente descongelados e escorridos)
150 gr. de cogumelos brancos
1 cebola
1 lata pequena de tomate em pedaços (não usei, acrescentei apenas 2 colheres de sopa de polpa de tomate)
Água ou caldo de legumes
1 dente de alho
Azeite q.b.
Sal q.b.
Piri-piri a gosto

Preparação:
Limpe os cogumelos com papel de cozinha e retire o talo (guarde-os para fazer um caldo de legumes).
Corte os cogumelos em fatias e reserve.
Num tacho coloque um fio de azeite e junte a cebola e o dente de alho esmagado.
Deixe refogar um pouco só até a cebola amolecer e então juntar os restantes ingredientes e temperar a gosto.
Acrescente um pouco de água ou caldo de legumes e deixe refogar, em lume baixo, por cerca de 30 minutos.
Comece-seassm, simples, ou com um ovo escalfado ou como bem lhe aprouver.

7 de julho de 2017

Rosti de vegetais


Daqueles dias em que se folheia um livro de receitas, a cheirar a novo, e nos deixamos levar pelas imagens ou pela descrição e marcamos na memória aquelas que nos parecem perfeitas. Daqueles dias em que nos apetece algo de novo, leve, fresco. Daqueles dias em que aquelas receitas nos voltam à memória e que percebemos que é desta que as vamos experimentar.
Foi assim com este "rosti" que mereciam antes de ser chamados de bolinhos, porque não ficaram tão crocantes quanto deviam, mas ficaram tão saborosos e, surpreendentemente, aprovados por todos, que cheguei à conclusão que o nome é o de somenos importância.


(Fonte: "Home Cooking", de Lorraine Pascale)
Ingredientes:
1 nabo
1 cenoura
1/2 curgete
50 gr. de farinha de trigo
1 ovo
Sal e pimenta a gosto (não uso pimenta)
2 hastes de tomilho (só as folhas)
Azeite q.b.

Preparação:
Pré-aqueça o forno a 180º.
Descasque a cenoura e o nabo e rale.
Lave bem a casca da curgete e rale.
Junte os legumes todos numa taça, tempere com sal e pimenta a gosto e com as folhas de tomilho.
Polvilhe com a farinha, junte o ovo ligeiramente batido e envolva tudo muito bem.
Forme bolinhos espalmadas (esta quantidade rendeu 8 pequenos) e frite-os num fio de azeite, de ambos os lados, durante cerca de 3-4 minutos.
Transfira-os para um tabuleiro de forno forrado com papel vegetal e leve-os a assar por cerca de 15 a 20 minutos, até estarem dourados e completamente cozinhados.

29 de maio de 2017

Overnight Oats de alperce e cenoura


A começar o dia com um frasco cheio de sabor de aveia, alperces e cenoura...que me dizem? Esta é a última receita com cenoura que trago para o desafio da Marta, embora muitas outras tivesse a aguardar um protagonismo que lhes será, a seu tempo, concedido, mas não agora. Hoje fico por aqui, com uma receita saudável e fresca.






Ingredientes (para 1 dose):
2 alperces pequenos
1 colher de sopa de cenoura ralada
2 colheres de sopa de aveia
1 vagem de cardamomo (só as sementes)
1/2 chávena de bebida de aveia
Para servir:
Iogurte natural
Mel a gosto
Sementes de cânhamo
Nozes




Preparação:
Descaroce os alperces e corte em pedaços pequenos.
Coloque-os num frasco com a cenoura, as sementes de cardamomo, a aveia e a bebida vegetal.
Misture bem com uma colher e leve ao microondas durante 1 minuto e meio / 2 minutos (costumo vigiar e quando a mistura começa a ferver e alcança o topo do frasco desligo).
Deixe repousar um minuto e esfriar um pouco o frasco antes de o guardar no frigorífico até à manhã seguinte.
Sirva com colheradas de iogurte natural, mel e sementes de cânhamo.


20 de março de 2017

"Paella" de cogumelos em arroz de couve-flor


Março é o mês de ... limões. É esta a proposta de ingrediente que a Marta nos apresenta para este mês. Fácil, não é? Ou não. É que a par dos alhos, louro e tomilho, o limão é um ingrediente indispensável na minha cozinha. Dá um toque especial às carnes brancas e enaltece o peixe. Com ele dou um banho ao cabrito de Páscoa antes do temperar. Com as suas cascas aromatizam-se a grande maioria da doçaria tradicional portuguesa. Refresca-nos no Verão ao transformar-se em limonada e faz terminar em grande qualquer refeição que seja finalizada com uma mousse de limão ou tarte merengada. Com tantas utilizações, não seria fácil a escolha, mas depois de dar uma passada de olhos no "Dicionário dos Sabores", de Niki Segnit (sempre uma inspiração), resolvi emparelhá-lo com a curcuma, numa falsa "paella" de couve-flor. O tal arroz de couve-flor, a que alguns chamam de cuscus de couve-flor, mas que não importa o nome porque a ideia é levar ao prato os ingredientes em formas para lá do óbvio.


Ingredientes:
400 gr. de cogumelos variados (usei 1 embalagem de cogumelos congelados)
300 gr. de couve flor (só os floretes)
1 cebola pequena, picada
1 dente de alho, picado
1/2 pimento vermelho, limpo de sementes e filamentos e cortado em cubos
1/2 curgete, em cubos
1 cenoura pequena, descascada e cubos
1/4 de chávena de ervilhas
1 colher de chá de curcuma moída na hora
Malagueta vermelha fresca
Água ou caldo de legumes, q.b.
Folhas de tomilho, a gosto
Azeite q.b.
Sal q.b.
Gomos de limão para servir

Preparação:
Comece por saltear os cogumelos numa colher de sopa de azeite, em lume forte, mexendo até evaporar todo o liquido que libertarem. Reserve.
Prepare a couve-flor: separe os floretes (reserve os pés para a sopa) até pesar 300 gr., lave bem e rale com o ralador grosso (pode usar o robot de cozinha, triturando até obter pedacinhos do tamanho de grãos de arroz. Eu usei uma mandolina elétrica).
Numa sertã larga deite 2 colheres de sopa de azeite, as folhas de tomilho e salteie, em lume médio, a cebola, o alho, o pimento, a cenoura e curgete, até a cebola começar a amolecer, mas sem estrugir.
Acrescente os cogumelos e as ervilhas e saltei mais uns minutos.
Junte a couve-flor picada e envolva, polvilhe com a curcuma e tempere com uma pitada de sal.
Deixe cozer durante cerca de 5 minutos minutos até a couve-flor amaciar e perder o gosto a couve crua. Se necessário, vá acrescente até 1/4 de chávena de água quente ou caldo de legumes (ou água de cozer a sopa), mas não deve formar caldo para que a couve não fique empapada. A ideia é obter um prato seco, como se fosse arroz.
Rectifique os temperos e sirva com rodelas de malagueta fresca (sem sementes) e gomos de limão: esprema o sumo sobre a "paella" e delicie-se.

Nota: substitua os cogumelos por frango ou peru e as ervilhas por lentilhas já cozidas. ou omita os cogumelos e sirva este "arroz" de legumes" com um ovo escalfado.


28 de fevereiro de 2017

Barrinhas de Sésamo e Linhaça


Estas barrinhas estavam marcadas no livro da Marta Varatojo desde o dia em que o comprei. De todas as receitas que encontrei, entre livros e blogues, estas tinham a seu favor a ausência de gorduras e muito menos ingrediente "adoçante", que aqui funciona também como aglutinador. Tinha, assim, aquele "petisco" doce que gostamos sempre de ter connosco para quando nos dá aquela vontade súbita de "apetecia-me algo" e mais: super rápidas de fazer, económicas (não precisal de forno) e sem sujar muita louça. Têm receitas melhores? Vá lá, então partilhem... :)

(Fonte: "O Livro de Cozinha da Marta")
Ingredientes:
1 chávena de arroz puf
1/2 chávena de sementes de sésamo
1/2 chávena de sementes de linhaça
Raspa de 1 laranja
4 colheres de sopa de sultanas
1 colher de chá de cacau em pó
50 gr. de chocolate preto (usei pepitas de cacau cru), finamente picado
4 colheres de sopa de xarope de arroz


Preparação:
Toste, separadamente, o arroz e as sementes.
Reserve numa taça e acrescente a raspa de laranja, o cacau em pó e as sultanas e envolva.
Numa sertã deite o xarope de arroz e ligue o lume em fogo médio. Quando o xarope começar a borbulhar acrescente a mistura de arroz puf e sementes e, de seguida, o chocolate.
Misture com uma colher de pau até os ingredientes terem absorvido o xarope de arroz.
Transfira a mistura para uma folha de papel vegetal, cubra com outra folha e espalhe com o rolo da massa até obter a espessura desejada ou se for como eu, desajeitada com o rolo da massa, use uma forma rectangular forrada com papel vegetal e calque a misture.
Deixe arrefecer e corte as barrinhas.
Guarde, embrulhadas em papel aderente, no frigorifico e estão sempre prontas a levar. 

19 de fevereiro de 2017

Pizza de quinoa (base)


 
Este foi para mim a edição de"Um mês com...!" mais atribulada de sempre. Além de deixar para o fim do desafio a execução das receitas escolhidas  (sim receitas, que este mês há convidadas a dobrar) à boa maneira portuguesa, mas contra o meu hábito (as publicações sim, essas são feitas muitas vezes em cima da hora), não faltaram percalços nas duas receitas que escolhi.
Começando: uma das convidadas deste mês é Ella Woodward, autora do blog "Delicious Ella"  e já com quatro livros publicados. Ella conta-nos como é que a vida dela sofreu um choque quando, aos vinte anos, lhe foi diagnosticado Síndrome de Taquicardia Postural e como foi encontrando na alimentação uma forma de enfrentar a doença e retomar uma vida normal, tendo deixado de comer alimentos processados e abraçando uma alimentação vegetariana e apoiada em ingredientes integrais.
Bom, como andava ansiosa por experimentar uma base de pizza alternativa escolhi a receita da base de pizza de quinoa, que aparece no "Delicious Ella" também em vídeo, o que é uma grande ajuda (mas que não visionei antes de executar a receita, por pura preguiça e falta de paciência para estar em frente ao computador a assistir a vídeos) e o primeiro percalço aconteceu porque resolvi acrescentar 2 colheres de sopa de água à massa, depois não untei suficientemente a base que usei para cozer a massa, por isso quando retirei a massa do forno tive alguma dificuldade em removê-la do prato. Depois foi um daqueles fins-de-semana em que resolvi não me preocupar com as compras e quando abri a gaveta dos vegetais no frigorifico, descobri que não tinha muito por onde escolher para fazer o recheio. Fiquei-me por uma beterraba e uma curgete que decidi assar em rodelas. Comecei pela beterraba, por necessitar de mais tempo que a curgete, e fui tratar de outras coisas. Resultado: confirmei a minha teoria de que os fornos trabalham melhor e mais depressa quando os deixamos sozinhos e, assim, consegui rodelas de beterraba quase carbonizadas. Restou-me a curgete que acabei apenas por grelhar, não fosse acontecer mais alguma desgraça.
 
 
 
Ingredientes:
3/4 de chávena de quinoa
1 colher de chá de vinagre de sidra
1 colher de chá de ervas de Provença
1 colher de chá de orégãos
Flocos de malagueta a gosto (não usei)
1 pitada de sal
Molho de tomate q.b.
Curgete grelhada
Cebola roxa

Preparação:
Demolhe a quinoa (numa taça coberta com água até cerca de 2cm acima dos grãos) durante 8 horas.
Pré-aqueça o forno a 190º.
Coe a quinoa e coloque-a num processador de alimentos, juntamente com o vinagre, as ervas, a malagueta e o sal. Processe até obter uma massa (usei a Bimby pulsando o turbo e raspando as laterais do copo sempre que necessário até obter o resultado final).
Unte uma forma de pizza ou uma forma de bolo (a Ella usa uma forma de bolo com aro amovível)com azeite e espalhe a massa formando um circulo.
Leve a assar durante 15 a 20 minutos, ou até a base estar firme.
Espalhe o molho de tomates sobre a base e os ingredientes que escolheu (optei pela curgte grelhada, cebola roxa e orégãos secos). Se quiser leve de novo ao forno para aquecer os ingredientes.

25 de janeiro de 2017

Bolinhas de maçã e nabo com sementes de sésamo


Mais uma receita para ajudar o organismo a suportar excessos: estas bolinhas podem servir como acompanhamento de fritos, já que o nabo ajuda a eliminar gorduras e, por isso, limpa o fígado e vesícula biliar. 
Além destas propriedades, estas bolinhas são um acompanhamento bem fresco, o que as torna o par ideal de refeições com mais teor de gordura.





(Fonte: "O Livro de Cozinha da Marta")
Ingredientes:
2 maçãs
1 nabo (ou 1 cenoura) (usei 1 nabo e um pouco de cenoura)
Sumo de limão
1 colher de chá de vinagre de ameixa
Sementes de sésamo pretas (usei brancas)
Hortelã (não usei)

Preparação:
Rale as maçãs e o nabo (ou a cenoura), no ralador fino e regue com sumo de limão para não oxidarem.
Pique a hortelã  e envolva todos os ingredientes (maçã, nabo e hortelã).
Tempere com o vinagre e com as mãos faça bolinhas do tamanho de uma ameixa, apertando ligeiramente, mas não muito para não perderem o sumo.
Polvilhe com as sementes de sésamo e sirva como acompanhamento.

12 de julho de 2016

O melhor almoço numa taça



Um mês delicioso com uma chefe vegetariana. Embora não prescinda da carne, nem do peixe gosto de fazer com alguma frequência refeições sem estes ingredientes. Aproveito sobretudo as refeições de marmita para o fazer, até pela simplicidade com que se podem juntar ingredientes (alguns sem necessidade de cozinhar) num prato e mesmo assim termos uma refeição completa e que nos sabe bem. A minha escolha caiu numa taça colorida, composta por ingredientes crus, que lhe dão frescura e ingredientes cozinhados com especiarias que lhe dão personalidade, tudo combinado com um delicioso molho de azeite, mel e limão. Esta não foi, no entanto, a minha primeira escolha, por isso guardada vai ainda ficar uma receita para experimentar: a afamada massa de pizza com couve-flor, mas sem ovos!

Então, a convidada deste mês é Ella Woodword e a Susana apresenta-na-nos desta maneira:

"Vinda do Reino Unido, a nossa próxima convidada é uma das food bloggers mais aclamadas e bem-sucedidas do momento. Aos dezanove anos, em 2011, viu-se confrontada com uma doença grave e altamente limitativa à qual a medicina convencional não conseguiu dar resposta adequada. Tentou por isso uma abordagem mais holística e natural e foi através de uma profunda alteração ao seu estilo de vida, nomeadamente na alimentação, que conseguiu retomar o controlo do seu dia-a-dia.
Para partilhar a sua experiência (isto é, as suas receitas) resolveu criar um blogue que rapidamente se tornou num sucesso e que resultou já em dois livros publicados internacionalmente, valendo-lhe um cunho de guru da alimentação saudável. Naquele que, pelo menos para mim, será um grande desafio, este mês teremos connosco… Ella Woodward.



(Fonte: deliciouslyella.com)
Ingrediente:
1 batata doce pequena
1 mão cheia de rucula
1/2 lata de grão de bico, escorrido
1/3 de pepino
6 tomates cereja
1/2 colher de chá de flocos de malagueta (usei uma pitadinha piripiri)
1/4 de colher de chá de canela
Para o molho:
1/2 colher de chá de mel
1/2 colher de chá de sumo de limão
3 colheres de sopa de azeite

Preparação:
Pré-aqueça o forno a 180º.
Corte a batata em fatias, no sentido longitudinal.
Coloque as batatas num tabuleiro de forno e salpique com a canela, um pouco de sal e um pouco azeite.
Leve ao forno a cozinhar por cerca de 1 hora. A meio do tempo junte o grão e tempere com os flocos de malagueta e deixe cozinhar por mais 30 minutos.
Entretanto, corte o pepino e o tomate em pedaços e faça o molho, misturando os ingredientes.
Numa taça combine todos os ingredientes e sirva.
Se quiser levar para o trabalho, deixe a batata e o grão arrefecer completamente antes de juntar os restantes ingredientes e guarde num recipiente fechado.

17 de fevereiro de 2016

Almôndegas Verdes com Pesto de Sementes de Abóbora



Quem passa por aqui já conhece o desafio "Quinze dias com o chefe" (vejam na barra lateral). Na última quinzena a chefe escolhida foi a Sophie Dahl e, embora não conseguisse participar, escolhi duas receitas que encontrei no sitio oficial para fazer mais tarde. 
Ora, nestes desafios as minhas escolhas recaem quase sempre em receitas práticas e que me ajudem a gerir as refeições semanais, nomeadamente para a marmita, por isso estas "almôndegas" de vegetais pareceram-me uma escolha perfeita. Usei rúcula e espinafres tendo em conta a enormidade de rúcula que tinha no frigorífico (também me tento com as promoções, mas às vezes é mais olhos que barriga...) e reduzi a receita para cerca de metade, adaptando ás quantidades dos ingredientes que tinha. Só não fiz o pesto, mas porque deve ser divinal, deixo-vos também ficar a receita para o caso de quererem experimentar (o da fotografia é o tradicional de compra).
Na receita original estas "almôndegas" são servidas com quinoa, mas podem servir com lentilhas, arroz, etc.

Ah... a autora desta receita não é a Sophie Dahl, mas sim Anna Jones.



(Fonte: Sophie Dahl)
Ingredientes:
Para as almôndegas:
500 gr. de espinafres, lavados e grosseiramente cortados (usei espinafres e rúcula)
2 ovos
100 gr. de pão ralado (de preferência feito em casa)
50 gr. de pecorino ralado (usei queijo da ilha)
1 pitada de noz moscada
1 dente de alho, picadinho
1 chili vermelho, picadinho (não usei)
Sal e pimenta a gosto
Azeite q.b.
Para o pesto:
1 mão (mal cheia) de folhas de manjericão
1 mão cheia de folhas de hortelã
1 chili vermelho
50 gr. de sementes de abóbora tostadas
Sumo de 1/2 limão
25 gr. de pecorino ralado
1 golpe de azeite

Sugestão da Sophie Dahl para servir:
Quinoa cozida*, Pecorino, folhas de menta e manjericão e chili

Preparação:
As almôndegas:
Aqueça um fio de azeite numa sertã e junte os espinafres.
Cozinhe por alguns minutos até amolecerem e transfira-os para uma taça para arrefecerem.
Quando estiverem frios, acrescente os ovos, o pão ralado, o queijo, a noz moscada, o alho e o chili. Tempere e envolva bem.
Forme bolas com o tamanho de uma noz, coloque num tabuleiro que possa ir ao forno e refrigere por alguns minutos.
Pré aqueça o forno a 200º e leve a assar por 10 minutos, até estarem douradas.

O Pesto:
Coloque todos os ingredientes num processador tempere com sal e pimenta e triture até obter uma pasta.

Para servir:
Misture metade do molho pesto com a quinoa.
Coloque a quinoa num prato, por cima acomode as almôndegas e "regue" com o restante molho e junte os demais ingredientes.

*Como cozer quinoa:
Lave bem a quinoa num passador sob água fria corrente.
Deixe escorrer bem a água.
Num tacho coloque a quinoa e o dobro de água (1 chávena de quinoa para 2 de água). Deixe levantar fervura em lume médio/forte com o tacho destapado.
Quando ferver tape e reduza o lume para o mínimo e deixe cozinhar por 15 minutos, até a quinoa ter absorvido toda a água. Mexa com um garfo para soltar os grãos.

3 de fevereiro de 2016

Pão de chia, quinoa e trigo sarraceno



Desde que criei este blogue e comecei a partilhas os pães que de vez em quando se fazem na minha cozinha, nunca pensei que chegasse o dia que vos viesse dizer que fiz um pão que não me agradou por aí além. Eu que nutro um amor incondicional pelo pão, mesmo que tantas vezes o tente afastar da minha mesa.
Ora, então, o que se passou com este pão? É um pão especial, sem gluten (não, não sou alérgica ou intolerante ao gluten, nem aderi à moda do "sem gluten", mas é sempre interessante um pão sem trigo, o rei dos cereais) e feito com ingredientes especiais: chia, quinoa e trigo sarraceno (que não é trigo). Fiquei bastnate entusiasmada quando encontrei a receita. Por coincidência, uns dias de o fazer, dei com uma publicação num site (não me lembro onde...) que se referia aos pães de quinoa como sendo muito sensaborões. Hummm...então tanta gente a dizer que o pão é espectacular e tal e estes vêm dizer que afinal não é nada assim? E até sugeriam juntar café para lhe dar "vida ". O facto é que ignorei esta sugestão e lancei-me na aventura tão simples de recriar este pão. As receitas publicadas apresentavam-no como pão de chia e quinoa ou como pão de chia e trigo sarraceno, eu fiz um de chia, quinoa e trigo sarraceno para aproveitar os ingredientes que tinha em casa, mas o resultado final não me conveceu. Primeiro há sempre o sabor intenso do trigo sarraceno, que apesar de já estar habituada, é sempre um sabor que se estranha à primeira dentada (talvez um pão só de quinoa ultrapasse esse questão), depois temos um pão com uma boa crosta e um miolo denso como eu gosto, mas ... frio. Sim, é um pão frio. Não sei como explicar melhor, mas foi essa a sensação que me deixou cada fatia deste pão e eu não gosto de comer comida fria, a não ser em pic-nics.

Tendo em conta que os ingredientes que fazem este pão não são ingredientes baratos e que a margem de sucesso pode ser reduzida, não é provável que volte a experimentar esta receita tão cedo, de qualquer modo fica aqui a partilha. Se experimentarem (pelo menos muitos curiosos vai haver...), partilhem também.


(Fonte: The Healthy Chef)
Ingredientes:
300 gr. de grãos de trigo sarraceno e/ou quinoa (usei parte de uns e outros em conformidade com o que tinha na despensa)
60 gr. de sementes de chia
1 chávena de água
60 ml de azeite
1/2 colher de chá de sal
1 e 1/2 colher de chá de fermento em pó ou 1/2 colher de chá de bicarbonato de soda + sumo de 1/2 limão

Preparação:
Aqueça o forno a 160º (com ventoinha ligada).
Forre uma forma rectangular com papel vegetal e reserve.
Demolhe os grãos de trigo sarraceno e/ou quinoa em bastante água.
Demolhe as sementes de chia em 1/2 chávena de água durante cerca de 30 minutos, até "gelificarem".
Coe muito bem a água os grãos de de trigo e/ou quinoa e coloque-os no robot de cozinha, acrescente o "gel" de chia e os restantes ingredientes.
Triture durante 3 minutos, até obter uma massa mas com alguns grãos inteiros.
Leve ao forno a cozer por cerca de 1hora e 15 minutos.
Retire do forno e deixe arrefecer, dentro da forma, por 30 minutos.
Desenforme e deixe arrefecer completamente, sobre uma grande, antes de servir.
Pode guardar no frigorífico, num saco bem fechado, até 1 semana.

19 de janeiro de 2016

Papas de trigo sarraceno



Mais uma vez o começar do dia: desta vez o ingrediente escolhido é o trigo sarraceno, que, na verdade, não é trigo.
O trigo sarraceno, ao contrário do que o nome indica, não é um cereal, mas uma semente de um fruto da familia do ruibarbo. Não contém gluten, é rico em fibra e magnésio e é uma boa fonte de energia, o que faz dele um aliado no tempo frio. Embora este ingrediente não seja novidade para mim, não tem tido, até à data, uma presença assídua na minha despensa, a não ser em forma da farinha que dá um sabor único e delicioso ao pão, já os grãos têm um sabor peculiar, cheio de personalidade, mas que nem sempre se aprecia à primeira garfada. Claro, que sendo prático de preparar acaba por ser uma boa opção para as marmitas. Voltando atrás: digo que o trigo sarraceno não tem sido presença assídua na minha despensa até à data por uma razão muito simples: é que depois de experimentar as papas de trigo sarraceno vou passar a ter sempre um pacote no armário.

Podem optar por simplesmente cozer o trigo e servi-lo assim, fica igualmente bom e com mais consistência, mas nada parecido com as papas de aveia. Se quiserem uma consistência mais cremosa podem, depois de o tostar, triturar num robot de cozinha, moinho de café ou na "1,2,3" de forma a partirem parte dos grãos, passando a ter metade em grãos inteiros, ou quase, e outra metade em grãos moidos. Mais simples ainda: demolhem os grãos durante a noite, passem por água abundante e triturem acrescentando mel ou outro adoçante liquido, especiarias a gosto e água ou chá ou leite até obterem uma papa cremosa e está pronto a servir. Como não dispenso um pequeno-almoço quente, fiz ao contrário: cozinhei e só depois triturei. Podem fazer uma dose suficiente para 2 a 3 dias e guardar no frigorífico. Depois é só acrescentar um pouco mais de liquido enquanto aquecem e servir com as companhias preferidas. Eu adoro acrescentar fruta cozida e canela.



Ingredientes:
1 chávena de trigo sarraceno
2 chávenas de água ou chá ou leite (animal ou vegetal) + q.b. para triturar
1 casca de limão
1 pau de canela

Sugestões para servir:
1/2 chávena de frutos vermelhos assados com canela e mel
Banana, canela, mel e granola
Maçã, canela e passas
Pêra, gengibre e noz moscada
Sementes e frutos secos
Granola
Iogurte natural


Preparação:
De preferência demolhe o trigo sarraceno durante a noite em água abundante ou, pelo menos durante 1 hora.*
Coe toda a água e passe por água corrente, lavando-o muito bem.
Coloque os grãos num tacho e toste ligeiramente.
Acrescente o liquido, a casca de limão e o pau de canela.
Deixe levantar fervura, mexa e reduza o lume para o mínimo e deixe cozinhar, até os grãos absorverem todo o liquido.
Retire a casca de limão e o pau de canela, deixe arrefecer um pouco e verta para o liquidificador ou robot de cozinha e triture, acrescentando mais um pouco de liquido se necessário, até obter a consistência de uma papa.

*Demolhar os grãos ativa as enzimas neles existentes, o que é benéfico para nossa digestão.

8 de janeiro de 2016

De verde se faz o meu prato


Nestes dias em que as saladas frias não apetecem muito, recorro mais vezes aos vegetais cozidos e salteados para compor as minhas refeições ou até para fazer deles o meu prato principal. Não fora a curgete, que tem a sua época no Verão, esta taça estaria cheia de ingredientes da época: o brócolo (de que aproveitei para esta receita apenas as folhas, porque no brócolo tudo se aproveita, sabiam?), a cebola e as nozes. Uma delicia que acompanhei com puré de batata doce, mas quem preferir pode acrescentar-lhe arroz integral, um ovo cozido ou escalfado ou carne branca grelhada.

Se gostam de dar preferência às frutas e legumes de cada época, vejam aqui o calendário anual.


Ingredientes:
1/2 cebola pequena
1 molho de couves de brócolo
1/2 curgete grande,
1 chávena de lentilhas verdes cozidas
3 a 4 nozes
1 colher de chá de sementes de sésamo
1 colher de sopa de azeite
1 dente de alho
Sal q.b.

Preparação:
Corte a cebola em meias luas, as couves em tiras e a curgete em fatias muito finas.
Esmague o dente de alho e deite-o numa frigideira juntamente com um fio de azeite. Aqueça o azeite até começar a sentir a fragrância do alho. Retire o alho e grelhe as fatias de curgete até amolecerem. Reserve.
Acrescente mais azeite se necessário (cozinhe com a menor quantidade de gordura possível) e junte a cebola, deixando refogar até amolecer.
Junte, então, as couves e salteie por 4 a 5 minutos em lume médio e, finalmente, as lentilhas. Envolva, deixe cozinhar mais um minuto e sirva polvilhado com as nozes e as sementes de sésamo.





15 de dezembro de 2015

Penne com molho de beterraba e coco


Numa fase em que ando a experimentar novos ingredientes na cozinha, nomeadamente bebidas vegetais, caiu que nem ginja a oferta de uma embalagem de leite de coco Ayam, marca que ainda não conhecia e que veio acompanhada do desafio para criar uma receita com este ingrediente. Ora, se forem como eu, que ando sempre atenta a novidades nas prateleiras dos supermercados, também não resistiriam. 
Entre uma óbvia receita doce ou uma básica receita para o pequeno-almoço, acabei por optar por uma simples e deliciosa massa, onde se combinam os sabores terrosos da beterraba e o doce do leite de coco. 



(serve 2)
Ingredientes:
3 beterrabas grandes (pode usar beterrabas já cozidas ou assadas)
1 cebola, picada
1 dente de alho, picado
200 ml de leite de coco Ayam
1 colher de sopa de óleo de coco ou azeite
1 haste de tomilho, só as folhas
1 colher de chá de gengibre fresco ralado
Sal q.b
Coentros frescos picados ou secos, a gosto.
Penne q.b.

Preparação:
Coza a massa em água abundante e sal, até ficar al dente (eu prefiro interromper a cozedura quando está quase, quase al dente, uma vez que a massa vai ser envolvida no molho quente, acabando por ficar no ponto certo). Coe, reservando alguma água da cozedura, passe por água fria e reserve.
Corte as beterrabas em cubos pequenos e reserve.
Aqueça o óleo de coco numa caçarola larga e junte a cebola e o alho picados.
Deixe refogar, em lume médio, durante cerca de 5 minutos, até a cebola começar a amolecer, mas sem qeimar.
Junte o gegibre e deixe refogar mais 1 minuto.
Acrescente 1 chávena de água (use a água de cozedura da massa) e deixe levantar fervura, acrescentando, então a beterraba e o tomilho. Tempere de sal.
Tape a caçarola e deixe cozinhar em lume médio/baixo até a beterraba ficar tenra, vigiando para que a calda não seque. Se usar beterraba já cozinhada, 10-15 minutos são suficientes.
Acrescente o leite de coco, retifique os temperos e deixe fervilhar por dois minutos, sem a tampa.
Se gostar de texturas diferentes, retire uma porção de beterraba, com uma escumadeira, e reserve.
Triture o restante com a varinha mágica e leve de novo ao lume, deixando reduzir um pouco.
Acrescente a massa e a beterraba reservada, deixe levantar fervura novamente para aquecer a massa.
Sirva polvilhado com coentros a gosto. 


15 de outubro de 2015

15 dias com ... Yotam Ottolenghi e uma belissima shakshuka




Não vos quero massacrar com as minhas desculpas da azáfama do trabalho para não conseguir publicar amiúde, mas a verdade é que fiz esta receita no fim-de-semana e só hoje consegui escrever estas parcas palavras (e a receita...) para o publicar ainda hoje, mesmo no limite do prazo desta quinzena do "15 dias com o chefe..." Yotam Ottolengui.
Por muito azáfama que fosse, não podia deixar passar a oportunidade de voltar a folhear "O Novo Vegetariano" e escolher uma receita para fazer. Elegi esta shakshuka que me maravilhou. Os sabores são explendidos e vou repeti-la mais vezes, até porque dá umas marmitas deliciosas e pode sempre ser acrescentada (sem o ovo) a um prato de massa. Deixo aqui a versão integral da receita que foi adptada, na minha cozinha, a quantidades mais pequenas.

Nascido em Jerusalém, com raízes italianas e alemãs e abraçando Londres como a sua casa desde jovem, a sua cozinha tem uma forte inspiração do médio-oriente. Não sendo vegetariano, os vegetais são o ponto de partida para as suas criações gastronómicas que baseia na sua transformação em algo extraordinário. Nesta quinzena teremos connosco: Yotam Ottolenghi.



(Fonte: "O Novo Vegetariano", de Yotam Ottolenghi)
Ingredientes (para 4, em doses generosas):
1/2 colher de chá de cominhos em grão (usei uma pitada de cominhos em pó)
180 ml de azeite refinado ou óleo vegetal
2 cebolas grandes, às rodelas
2 pimentos vermelhos, em tiras de 2cm
2 pimentos amarelos, em tiras de 2cm
4 colheres de chá de açúcar mascavado
2 folhas de louro
6 raminhos de tomilho, com as folhas cortadas e picadas
2 colheres de sopa de salsa picada
2 colheres de sopa de coentros picados, mais algumas folhas para decorar
6 tomates maduros, picados grosseiramente
1/2 colher de chá de fios de açafrão (não usei)
1 pitada de pimenta de caiena (não usei)
Cerca de 250 ml de água
8 ovos caseiros (2 por pessoa)
sal e pimenta preta q.b. (não usei a pimenta)

Preparação:
Numa frigideira grande, toste os cominhos em grão em lume forte durante 2 minutos (saltei este passo e polvilhei as cebolas com os cominhos em pó no passo seguinte)
Junte o azeite e as cebolas e salteie 5 minutos.
Acrescente os pimentos, o açúcar e as ervas e continue a cozinhar em lume forte por 5 a 10 minutos, até ganhar cor.
Junte os tomates, o açafrão e a pimenta de caiena e um pouco de sal e pimenta.
Reduza o lume e deixe cozer durante 15 minutos e durante a cozedura, vá acrescentando água, para que a mistura tenha uma consistência de molho de tomate.
Prove e retifique os temperos. Deve ficar forte e saboroso.
Retire as folhas de louro e divida a mistura por 4 tachos fundos, cada um suficiente para uma dose generosa.
Leve a lume médio para aquecerem, faça dois buracos na mistura em cada tacho e preencha cada um com um ovo. Polvilhe com sal e cubra com o testo.
Cozinhe em lume muito brando durante 10 a 12 minutos, ou até os ovos ficarem duros.
Polvilhe com coentros e sirva.

27 de junho de 2015

Salteados de cogumelos, lentilhas e vegetais verdes


Hoje não há menu de marmitas, mas há uma refeição que pode perfeitamente servir a marmita. Este prato nasceu da vontade de uma refeição sem carne, mas suficientemente nutritiva para me manter saciada e, sim, já veio na marmita. Os cominhos e os oregãos ligam bem com os cogumelos, mas sendo ambos de sabor e aroma forte que não agradam a todos, sintam-se livres de os omitirem ou substituir por outros temperos que sejam mais do vosso gosto.

Para a semana as marmitas regressam e, entretanto, não deixem de passar a oportunidade de participarem no passatempo Florette/De Cozinha em Cozinha passando pela minha, que termina hoje.



Ingredientes:
4 cogumelos brancos grandes, laminados
1/2 couve branca, em juliana
1/2 curgete, em juliana
1/2 chávena de lentilhas verdes cozidas
Cominhos, a gosto
Coentros secos, a gosto
Azeite q.b.
Sal, a gosto.

Preparação:
Aqueça um fio de azeite numa sertã e junte os cogumelos, envolva e salteie até começarem a ficar dourados.
Acrescente a couve, envolva e salteie por 2 minutos. Se necessário acrescente um pouco mais de azeite, mas faça-o sempre com moderação para que a refeição não fique demasiado gordurosa.
Finalmente acrescente a curgete, envolva rapidamente e tempere com sal e as especiarias.

20 de abril de 2015

Bolinhas de avelã


Depois de experimentar o leite de avelã, fiquei com "polpa" de avelã suficiente para partir para outras aventuras. Uma receita da Gabriela Oliveira andava a marinar nas folhas do livro "Cozinha Vegetariana Para Quem Quer Poupar" e esta foi a oportunidade de ouro. Em vez de aproveitar aquelas sobras para um bolo ou pão, optei por estes "croquetes" salgados que se revelaram surpreendentes. Podem também fazê-los com frutos secos moídos ou com o que sobrar de leite de nozes ou amêndoas. Acompanhem com uma salada fresca.



(Fonte: "Cozinha Vegeteriana Para Quem Quer Poupar", de Gabriela Oliveira)
Ingredientes:
100 gr. de resíduo de leite de avelãs
1 cenoura pequena cozida
1colher de sopa de azeite
1 colher de sopa de cebola
1 colher de sopa de salsa (usei coentros)
1 colher de café de sal
Alho em pó q.b. (usei 1 dente de alho pequeno picado)
Cominhos q.b.
2 colheres de sopa de pão ralado, mais um pouco para envolver

Preparação:
Tradicional:
Coloque num processador a cenoura cozida e o azeite e triture durante 1 minuto até obter um creme.
Pique a cebola e a salsa finamente.
Numa taça envolva este creme com a avelã.
Junte a cebola, o alho e salsa picadas, o sal, os cominhos e pão ralado. Misture bem.
Com uma colher retire pequenas porções de massa e molde bolinhas, passe-as pelo pão ralado.
Leve ao forno pré-aquecido a 200º durante 15 a 20 minutos, até dourarem.
Bimby:
Coloque no copo a cenoura, a cebola, a salsa, o dente de  alho e o azeite no copo e triture 10 segundos/vel. 6.
Acrescente a avelã moída, os cominhos e o pão ralado e misture 15 segundos/vel. 3.
Com uma colher retire pequenas porções de massa e molde bolinhas, passe-as pelo pão ralado.
Leve ao forno pré-aquecido a 200º durante 15 a 20 minutos, até dourarem.


E na marmita vieram elas:

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