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18 de outubro de 2016

Chutney de beterraba, pêra rocha e gengibre



Ao contrário dos anos anteriores, este ano não me dediquei às compotas, mas não resisti a experimentar este chutney que já tinha marcado há algum tempo no livro onde encontrei a receita e com um molho de beterrabas acabadas de arrancar da terra na mão tinha que lhes dar um uso condigno. 

(Fonte: "500 Compotas e Conservas", Clippy Mackenna)
Ingredientes:
500 gr de pêras, descascadas  e descaroçadas, picadas
500 gr de beterraba descascada e em cubos
2 col de sopa de óleo vegetal
1 limão (casca ralada)
2 col de sopa de gengibre ralado
1 colher de sopa de alho picado
1 col de sopa de sumo de limão
1 col de chá pimenta da Jamaica moída
100 gr de cebola roxa, fatiada e em cubos
200 ml de vinagre de vinho tinto
200 ml de açúcar mascavado claro



Preparação:
Asse a beterraba durante 1 hora juntamente com o óleo.
Nos últimos 30 minutos acrescente as pêras, metade do açúcar e metade do vinagre e reserve.
Junte na panela a cebola, a casca e sumo de limão, o gengibre, o alho e a pimenta e coza em lume médio durante 10 minutos mexendo.
Deite a restante metade do vinagre e coza mais 10 minutos.
A mistura deve começar a engrossar e a ficar suculenta - mexa para não queimar - especialmente nos últimos 5 minutos.
Junte o restante açúcar e a beterraba e pêras assadas com todos os sucos que estiverem no tabuleiro e mexa até o açúcar se dissolver.
Aumente o lume e deixe cozinhar mais 15 a 20 minutos, só deixando fervilhar.
O molho deve estar bem espesso, se necessário acrescente um pouco de água.
Prove e se quiser rectifique o tempero juntando mais especiarias.
Enfrasque e consuma no prazo de 12 meses.

20 de junho de 2014

Strudel de abóbora, feta e chutney de pêssego


Há receitas que vamos adiando por as achamos difíceis, que não são para nós, para a nossa paciência, para a nossa técnica. Depois, um dia, desafiam-nos a experimentar e damos por nós a ultrapassar barreiras e a sentirmo-nos felizes: uau, consegui fazer uma massa de strudel! A questão é se haverá uma segunda vez. Não sei. Para já basta-me saber que sei, que sou capaz, mas que haverá um segundo strudel, isso sim, porque da massa que fiz sobrou o suficiente para um strudel pequeno, que na altura congelei, já esticada e enrolada em papel vegetal. Deixei-a descongelar na prateleira inferior do frigorifico de um dia para o outro e recheei-a com outros sabores:
- a abóbora manteiga assada: como sabem, à conta das marmitas, ao fim-de-semana gosto de adiantar algumas refeições ou, pelo menos, alguns ingredientes. Entre legumes cozidos, salteados e assados, faço muitas vezes a abóbora manteiga no forno, partida a meio e temperada com sal, alho, azeite e as ervas aromáticas disponíveis. Fica, assim, adiantada uma salada morna com quinoa ou massa, ou uma sopa ou .... um strudel;
- o queijo feta que conservo em azeite aromatizado e vou usando como substituto da carne ou do peixe quando me apetecem refeições mais leves; e
- o chutney. Adoro fazer conservas, compotas e chutneys. Este é já antigo, embora ainda não o tivesse publicado aqui. Acabou com esta receita, por isso não podia deixar passar a ocasião.

E como a Mary estava tão triste com as poucas participações na sua festa do 5º Aniversário do blogue "O Meu Refúgio Culinário", resolvi abrir uma brechazinha na minha agenda e vou comparecer à festa com este strudel delicioso. Parabéns Mary pelos 5 saborosos aniversários!



Ingredientes:
Massa para strudel (usei a massa que sobrou deste strudel que tinha congelado) ou folhas de massa filo
1/2 abóbora manteiga assada cortada em cubos pequenos
1/8 de chávena de queijo feta em cubos
Manteiga derretida q.b. para pincelar a massa.
Chutney  de pêssego (fonte: "O Livro de Pantagruel"):
450 gr de pêssegos fatiados
50 gr. de açúcar amarelo
11 corintos ou uvas passas douradas
75 gr de maçã descascada
75 gr de cebola cortada em fatias finas
1 e 1/2 dl vinagre branco
Sal q.b.
4 gr de cravinho em pó
2 gr mal pesadas de gengibre em pó
1 col chá mal cheia de pimenta da Jamaica
10 sementes de cardamomo pisadas
Raspas de noz moscada q.b.
Pimenta de caiena q.b.
Canela q.b.

Preparação:
O Chutney:
No dia anterior amorne o vinagre num tacho e coloque nele de molho os corintos ou uvas passas.
No dia seguinte coloque o tacho ao lume, junte as cebolas e deixe fervilhar em lume brando, tapadas, até cozerem.
Junte os pêssegos e as maçãs e deixe ferver lentamente, tapado, até cozer.
Acrescente os restantes ingredientes e deixe ferver até engrossar um pouco, mexendo com a colher de pau.
Transfira o preparado para frascos esterilizados e guarde. O chutney ganha em sabor com o passar do tempo. Depois de aberto o frasco, guarde no frigorifico.
O Strudel:
Pré-aqueça o forno a 180º.
Pincele a massa com manteiga derretida, espalhe uma camada de chutney e distribua a abóbora e o queijo feta , ao longo da massa, no sentido do comprimento, deixando uma borda livre nas margens.
Volte as bordas do sentido da largura sobre o recheio.
Comece a enrolar o strudel com a ajuda de um pano, sem apertar muito.
Transfira o strudel para um tabuleiro untado e pincele com mais manteiga.
Leve a assar durante 30 a 40 minutos ou até a massa estar dourada, pincelando mais 3 vezes com manteiga durante a cozedura.
Retire do forno e deixe arrefecer.



***
Tempo de preparação: 40 minutos + 30 minutos no forno
Dificuldade: Média
Vegetariano: não
Para crianças: sim
Ingrediente Principal: carne 
Nº de doses: 6
Prato: prato principal
Marmita: sim  - Pode ser congelada em fatias embrulhadas em pelicula aderente.


29 de junho de 2012

À mesa no S. João



E lá se passou mais um S. João. Embora este ano o Verão nos pareça timido, pelo menos aqui pelo norte, nem isso foi o suficiente para esmorecer festejos. A sardinha foi à brasa, a pingar, devidamente acompanhada da batata cozida, dos pimentos assados e do pão de milho. O céu já escurecia quando os primeiros balões começaram a surgir e logo a seguir os fogos de artificio das pequenas festas pintaram a noite. Enquanto o mestre churrasqueiro tratava das brasas e da ansiada sardinha, os convivas foram petiscando:



Bôla Rápida (Fonte: Livro base Bimby)

Ingredientes (para 1/2 receita):
2 ovos
100 gr. de óleo
150 gr. de leite
250 gr. de farinha
1 colher de chá de fermento em pó
250 gr. de carnes e enchidos cozidos (usei vitela e morcela)
Sal q.b.
Spray Espiga para untar

Preparação:
Bimby:
Triture as carnes, cortadas em pedaços: 5 seg./vel.3. Reserve.
No copo coloque os ovos, o óleo e o leite e programe: 2 minutos/37º/vel.2.
Junte a farinha e o fermento e amasse 1 minuto/espiga.
Acrescente as carnes e envolva com a espátula.
Unte uma forma com o spray espiga e transfira o preparado da bôla para a forma.
Leve a assar em forno pré-aquecido a 180º durante 25 minutos.
Faça o teste do palito para ver se está pronta. Retire do forno e deixe arrefecer durante 5 minutos sobre uma grade. Desenforme, deixe arrefecer e corte em quadrados.
Tradicional:
Corte as carnes em cubos pequenos e reserve.
Numa taça grande bata bem os ovos com o leite e o óleo.
Acrescente a farinha e o fermento e mexa com uma colher-de-pau até obter uma mistura homogénea.
Junte as carnes e envolva.
Unte uma forma com o spray espiga e transfira o preparado da bôla para a forma.
Leve a assar em forno pré-aquecido a 180º durante 25 minutos.
 Faça o teste do palito para ver se está pronta. Retire do forno e deixe arrefecer durante 5 minutos sobre uma grade. Desenforme, deixe arrefecer e corte em quadrados.



Paté de farinheira
Ingredientes:
1/2 farinheira cozida, sem a pele
1/2 cebola
1 dente de alho
1 colher de chá de coentros picados
1 colher de sopa, cheia, de maionese
1 colher de sobremesa de whiskey

Preparação:
Pique a cebola e o alho.
Numa tigela coloque a farinheira em pedaços e comece a desfazê-la com um garfo.
Acrescente os restantes ingredientes e continue a mexer com o garfo até obter uma pasta consistente.
Guarde no frigorifico até á hora de servir.



Requeijão picante
Ingredientes:
1/2 requeijão de Seia
1 colher de café rasa de flocos de malagueta
1 colher de café rasa de oregões secos
3 a 4 gotas de Jindungo

Preparação:
Numa tigela misture todos os ingredientes, envolvendo com a ajuda de um garfo.
Transfira para uma taça de servir e leve ao forno a gratinar ligeiramente (usei o grill do microondas - nível 3, 10 minutos).

Nota: as carnes e os enchidos usados foram uma sobra de cozido que tinha no congelador.

29 de junho de 2011

Canapés de Paté de Ricota e Rúcula com Tomate-Cereja


Gosto imenso do sabor ligeiramente picante da rúcula, por isso nem hesitei, quando abri um pacote de ricota para barrar no pão antes da refeição em juntar-lhe umas folhas de rúcula. O adocicado da ricota casava maravilhosamente com o picante da rúcula. Daí a juntar-lhe o tomate-cereja, uma das minhas companhias predilectas para a rúcula, foi um instantinho e assim nasceram estas tostinhas que se comem em duas trincas, umas atrás das outras.

Ingredientes:
100 gr. de ricota
Rúcula q.b.
1 colher de café de mostarda
1 colher de café de alho em pó
Sal a gosto
Tomate-cereja
Tostinhas

Preparação:
Numa tigela misture a ricota com o alho em pó, a mostarda e o sal.
Pique a rúcula bem picadinha e misture no preparado anterior. Use maior ou menor quantidade de rúcula conforme preferir um sabor mais ou menos picante.
Barre tostinhas com o paté e sobre cada uma delas coloque uma metade de tomate cereja.

11 de fevereiro de 2011

Paté de Ervas e Sementes de Mostarda



Ingredientes:
80 gr de craime fraiche
1 gema de ovo cozida
2 colheres de café de sementes de mostarda amarela
1 colher de café de alho em pó
1 colher de chá de whiskey
Oregãos da Serra de Tavira q.b.
Salsa fresca picada q.b.
Sal q.b.

Preparação:
Numa tigela misture a nata azeda e a gema de ovo desfeita, mexendo bem até estar completamente ligado. Acrescente os outros ingredientes, envolva bem, transfira para uma taça pequena e leve ao frigorífico até ao momento de servir.

2 de novembro de 2010

Pasta de Azeitona


Não gosto de azeitonas, sejam elas quais forem. Não gosto do sabor, nem do cheiro, nem gosto de as misturar em saladas porque onde tocam deixam o seu sabor característico. Não podemos gostar de tudo. Quem sabe um dia se não acabo por morrer de amores por elas, mas para já não. O que não quer dizer que  não feche os olhos a esta minha falta de gosto (grande falta de gosto, hão-de muitos dizer) se a ocasião assim o ditar: é que  a quem se senta à nossa mesa gostamos de agradar e se nós não gostamos, mas outros gostam vamos lá levar as azeitonas à mesa pela nossa mão, como que a dizer que gostamos da companhia e que queremos que se repitam estes momentos de convívio.

Ingredientes:
100 gr. de Azeitonas a gosto
Azeite q.b. (usei 2 colheres de sopa)
Oregãos q.b.
1 dente de alho
1 colher de chá de alcaparras

Preparação:
Descaroce as azeitonas.
Coloque no liquidificador ou no copo da varinha mágica todos os ingredientes e triture tudo.
Se a pasta ficar muito "dura" acrescente mais azeite, mas tenha em atenção que a própria azeitona vai largar algum liquido.

19 de outubro de 2010

Manteiga de Camarão


É um petisco simples para servir com tostas como aperitivo. Esta manteiga surgiu da necessidade de gastar um resto de miolo de camarão que tinha no congelador, mas se utilizar camarão fresco ficará muito mais saboroso.

Ingredientes:
30 gr. de manteiga sem sal
4 camarões médios cozidos e sem casca + 3 para decorar
Salsa q.b.
Sal q.b.
1 colher de café de mostarda
1 colher de chá de massa de pimentão
2 gotas de piri-piri ou outro molho picante a gosto
1 dente de alho
1 colher de chá de Dry Gin

Preparação:
Pique finamente os camarões, o dente de alho e a salsa.
Numa tigela, misture todos os ingredientes utilizando um garfo, amassando até ter uma pasta homogénea.
Rectifique os temperos.
Transfira para um ramequin e leve ao frigorífico, retirando 10 minutos antes de servir.
Enfeite com os camarões que reservou.

16 de julho de 2010

Paté de Cogumelos


E hoje para a festa da Margarida, pela comemoração do segundo aniversário do Figo Lampo vou levar este paté de cogumelos, muito light para petiscar com umas tostinhas entre dois dedos de conversa.
É um paté mais light, já que substitui a maionese por queijo creme, o que resulta num paté de sabor suave e de muito bem comer na companhia do que lhes aprouver. Os cogumelos são picados, mas não moídos para dar textura ao creme.
Os cogumelos desta receita foram os simples cogumelos brancos que encontramos, inteiros ou já fatiados, à venda em qualquer supermercado. Raramente consumo uma embalagem inteira de uma vez só e quando sobram e o prazo de validade está a terminar conservo-os desta forma: levo ao lume um tacho ou panela pequenos com água e sumo de um limão. Assim que a água levantar fervura deito os cogumelos e deixo ferver por uns minutos. Desligo e deixo repousar até ao dia seguinte. Depois é só deitar os cogumelos, cobertos com o liquido da cozedura, em frascos esterilizados e guardar no frigorífico. 

Ingredientes:
20 gr. de cogumelos fatiados
30 gr. de queijo creme (utilizei Philadelphia)
1 dente de alho pequeno
1 colher de café de mostarda
Sal q.b.
2 gotas de molho picante à escolha (no meu caso foi piri-piri)

Preparação:
Pique finamente os cogumelos e o dente de alho esmagado.
Numa tigela misture, com um garfo, os cogumelos picados, o queijo e a mostarda. Tempere.
Transfira para um ramequim ou outro recipiente e leve ao frigorífico até à hora de servir.

6 de junho de 2010

Chutney de Ruibarbo e Maçã



Provavelmente muito graças à blogosfera vamos encontrando nos supermercados ingredientes que até há bem pouco tempo eram uma raridade. Exemplo disso é o ruibarbo. Tanto se tem escrito de bom acerca dele, que eu andava louca por provar essa dita delicia. O mal é que não havia maneira de encontrar o ruibarbo em lado nenhum. Até que um dia destes estava eu no supermercado a abastecer-me de legumes para as minhas saladas de almoço quando vejo um cesto cheio de talos rosados. Finalmente tinha encontrado o ruibarbo. Só vos digo que o entusiasmo foi tanto que não pensei em mais nada a não ser ir para casa com a minha novidade. De tal maneira que, quando cheguei a casa dei conta que não tinha comprado nem metade das coisas que precisava. Enfim...
A receita de estreia não foi esta que agora apresento, essa deixarei aqui mais tarde, bem como as sensações que tive ao provar esse talo rosado. A questão é que entretanto tinha eu comprado mais ruibarbo para fazer uma tarte de ruibarbo e maçã (mais uma receita que postarei mais tarde), quando o blog "Eu Mulher"  lança novo desafio "Alquimia de Ingredientes" em que os sabores escolhidos eram o Cravo e a Canela e de imediato pensei: "Ora, então, e porque não? Uma receita doce e uma receita salgada!"   
Gosto de sabores ácidos, mas nem tanto. Infelizmente os chutneys enquadram-se mais depressa dentro desta categoria do "nem tanto", devido à acidez conferida pelo vinagre, por isso quando os preparo prefiro substituir todo, ou quase todo, o vinagre por vinho. Escolha um vinho maduro e de boa qualidade. Actualmente não faltam no mercado boas marcas a preços bastante acessíveis.
Este é também o meu presenta para a Belinha

Ingredientes:
1 maçã cortada em cubos
1 chávena de ruibarbo partido em pedaços de cerca de 1 cm
1 cebola pequena picada
1 dente de alho picado
1 pau de canela
2 cravinhos
1/2 chávena de açúcar mascavado
1 pitada de Flor de Sal
1 pontinha de malagueta seca (ou pimenta se preferirem)
2 colheres de sopa de vinagre balsâmico
1 chávena de vinho tinto

Preparação:
Junte todos os ingredientes num tacho e leve a lume forte até ferver.
Quando levantar fervura reduza o lume para o mínimo e deixe cozer durante 50 a 60 minutos até reduzir o liquido.
Deixe arrefecer.
Verta o chutney para um frasco esterilizado e guarde no frigorífico.
Quanto mais tempo, mais intenso fica o seu sabor, havendo mesmo quem aconselhe a aguardar cerca de dois meses antes de abrir o frasco.

Sirva como acompanhamento de carnes.


31 de maio de 2010

Pão de milho tostado / Paté de Bacalhau

Mais um Domingo de sol. Mais um dia de churrasco.
Estrela da refeição: dourada na brasa com batata a murro. O peixe estava irrepreensível. Temperado de véspera com bastante limão e esfregado generosamente com sal antes de ir à brasa. A batata era demasiado pequena para a acompanhar na grelha, por isso foi assada no forno com a casca e depois regada com o usual azeite fervido com alho, louro e tomilho, ao qual se acrescentaram mais dois dentes de alho picados (atenção: acrescente o alho picado com o azeite já morno, caso contrário vai queimar o alho).
E enquanto esperamos, vamos enganando o estômago:

- 2 pataniscas de bacalhau do dia anterior, partidas em quadrados (cuja receita hei-de publicar mais tarde);
- Pimentos Padron (não tem nada que saber: salteiam-se em azeite quente até a pele estalar - mas não queimar - polvilham-se com sal e servem-se. O resto é conhecido: "unos pican y otros no"!)
- Paté de Bacalhau:

Ingredientes (a olho e a gosto):
Bacalhau cozido e desfiado
Maionese (se for caseira tanto melhor)
1/2 cebola nova
1 dente de alho
1 pitada de sal fino
Salsa

Preparação:
Pique finamente a cebola e o alho.
Numa tigela deite a cebola, o alho, o bacalhau e a maionese.
Vá misturando com um garfo, esmagando bem os ingredientes, não a ponto de ter uma pasta mole, mas sim  consistente, onde consiga sentir ainda a textura do bacalhau e da cebola.
Tempere de sal, se necessário.
Acrescente salsa bem picada e volte a misturar com o garfo.

- Pão de milho tostado com salsa:

Ingredientes:
3 fatias de pão de milho (utilizei pão feito na MFP, mas pode usar broa de milho ou outro pão a gosto)
2 dentes de alho
Azeite q.b.
Sal q.b.
Salsa q.b.

Preparação:
Parta o pão em cubos.
Esmague os alhos, retire a pele e leve ao lume forte com o azeite numa frigideira larga.
Assim que o alho começar a tostar junte o pão.
Vá revolvendo o pão com uma colher de pau para dourar de todos os lados. Tempere de sal e polvilhe com salsa picada.
Sirva ainda quente ou misture, frio, numa salada.

26 de maio de 2010

Paté de Sardinha



Quando vi esta receita de paté de sardinha na cozinha da Elvira não resisti em experimentar e logo no fim-de-semana seguinte foi a entrada que servi no almoço de Domingo. Ficou simplesmente delicioso.

Ingredientes:
100 gr. de manteiga com sal à temperatura ambiente (utilizei apenas 80 gr.)
1 colher de chá de concentrado de tomate
1 lata de sardinhas de conserva em azeite
Whisky
1 pitada de malagueta moída
Salsa picada q.b.
Sal q.b.
Pimenta moída no momento q.b. (não usei)

Preparação:
Escorra a lata de sardinhas.
Coloque a manteiga cortada em pedaços, a pasta de tomate e as sardinhas no copo da varinha mágica.
Acrescente o whisky, a malagueta, o sal e a pimenta.
Triture tudo até obter uma pasta homogénea.
Adicione parte da salsa e misture com um garfo.
Acondicione o paté em tacinhas ou ramequins e alise com um garfo.
Polvilhe com a restante salsa.
Cubra  com película aderente e leve ao frigorífico, retirando 10 a 15 minutos antes de servir.

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