22 de junho de 2011

Uma mão cheia de cerejas



De uma mão cheia de cerejas só podia nascer um clafoutis. O primeiro e que se há-de repetir, sem dúvida. Para a estreia segui a sugestão da Moira para esta receita. E o resultado agradou. Agradou pela fruta, agradou pela aparência e agradou pelo facto de não ser excessivamente doce.
Se inicialmente me propus substituir as natas por leite, optei por não o fazer, limitando-me a substituir o açúcar por adoçante. Também descarocei as cerejas, embora a Moira refira que a cereja inteira faz toda a diferença em sabor, mas confesso que tive algum receio das reacções. Para uma próxima reservo um pouco da massa para experimentar a cereja inteira.
Indico aqui as quantidades que a Moira usou, mas como só tinha 300 gr. de cereja (já sem o caroço) fiz uma redução utilzando a regra de 3 simples para adaptar a massa a esta quantidade de fruta. Usei uma tarteira de 18 cm.


Ingredientes:
500 gr. de cerejas pretas
60 gr. de mateiga amolecida
75 gr. de açúcar (equivalente a 7,5 gr. de adoçante)
4 ovos
2 dl de natas
2,5 dl de leite
100 gr. de farinha
1 colher de sopa de rum (a Moira indica que é facultativo. Usei Licor de Ginja)
1 colher de sopa de açúcar em pó

Preparação:
Lavar as cerejas, retirar os pés e descaroçar.
Peneirar a farinha para uma taça e fazer um buraco no centro. Nesse buraco colocar 1 ovo e três gemas (usei 2 ovos interios, tendo em conta a redução de ingredientes que fiz), a manteiga e o açúcar ou adoçante. Misturar até obter uma massa homogénea e adicionar as natas, o licor e o leite aos poucos e misturando bem. A massa que vai obter terá uma consistência liquida.
Barrar uma tarteira ou tabuleiro de forno (esqueci este pormenor, mas correu tudo bem) que possa também ir à mesa, colocar as cerejas, cobrir com a massa e levar ao forno, a 170º, durante cerca de 30 minutos ou até a tarte estar dourada.
Polvilhe com açúcar em pó e sirva, morna ou fria.
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