26 de fevereiro de 2017

Crepe de tapioca e chocolate com queijo quark e morangos baunilhados

 
 
Depois de experimentar a tapioca, comecei a pensar se não haveria forma de incorporar outros ingredientes, além da linhaça e de chia. Crepiocas de cacau, por exemplo... Numa passagem pelo instagram "tropecei" na conta do blogue "Ele Cozinha, Ela lava | Mesmo quando ele não cozinha" e lá estava uma belíssima foto de uns crepiocas de cacau. Ainda me restava um pouco de tapioca na embalagem e tinha claras de ovo congeladas (tenho sempre claras congeladas) para poder experimentar a receita. E para acompanhar? Morangos...morangos combinam com ... baunilha e, bom, vamos fazer a experiência e correndo bem, levamo-la ao "Intrusa na Cozinha" porque este mês é a baunilha o ingrediente que brilha.
 
 
 
Ingredientes (só usei metade dos ingredientes):
4 colheres de sopa bem cheias de tapioca
2 claras de ovo
1 colher de sopa de cacau em pó
4 morangos, cortados em 4
1 pitada de sementes de baunilha (ou 1 colher de café de açucar baunilhado ou extracto de baunilha)
1 colher de sopa de queijo quark
Semetes de chia a gosto
 
Preparação:
Comece por preparar os morangos: deite-os num tachinho com 1 olher de sopa de água e a baunilha. Leve a lume brando, mexendo, até os morangos amolecerem. Reserve. (Versão rápida: misture os morangos com a baunilha e leve ao microondas na pot~encia máxima por 1 minuto).
Misture a tapioca, o cacau e as claras até ficar sem grumos.
Aqueça uma sertã anti-aderente e espalhe parte da massa de forma a cobrir o fundo num camada fina (não foi o meu caso, como se podem aperceber).
Quando as bordas começarem a levantar, vire o crepe, deixe cozinhar mais uns segundos e transfira para um prato.
Deite sobre o crepe o quiejo quark, de seguida, os morangos e polvilhe com as sementes de chia.
 
 

24 de fevereiro de 2017

Crepioca um pouco gulosa


Nos últimos anos a comida "virou moda" e como a moda pede, as tendências da estação (sendo que as estações gastronómicas não coincidem necessariamente com as estações do ano, nem têm a mesma duração) vão desfilando pela internet, contagiando blogosfera, as revistas, as prateleiras dos supermercados e as nossas mesas. Eu que não sou muito de modas e tendências, confesso que no que toca a comida, gosto de experimentar as novidades. Algumas ganham lugar cativo na minha despensa, outras nem por isso.
A última tendência que começa timidamente a parecer por aí são os crepes de tapioca ou os crepiocas. Já conhecia o granulado de tapioca, mas desconhecia esta versão que entrou em minha casa por mero acaso quando uma amiga brasileira me presenteou com um pacote de goma de tapioca já pronta a usar. Ouvi atentamente as instruções dela e fiz uma breve pesquisa na internet e descobri que no Brasil faz furor, especialmente entre quem está a fazer dieta.
A tapioca é rica em hidratos de carbono, isenta de gordura e de gluten, com baixo teor de sal e de fácil digestão o que faz dela uma excelente opção para substituir o pão branco no pequeno-almoço, por exemplo. Claro que, à semelhança do que acontece com o pão, temos que ter atenção ao recheio: ou escolhemos um complemento com valor nutricional (fruta com mel e canela, por exemplo) ou deitamos tudo a perder (banana ou morangos e montes de nutella) e não há tapioca que nos valha. Nesta receita fiquei a meio caminho, escolhi uma peça de fruta como recheio, mas acrescentei-lhe o açúcar refinado. Foi um pequeno pecadilho para apaziguar a gudolice sem muito peso na consciência, mas tenho feito estes crepes para o pequeno-almoço misturando na tapioca 1 colher de sopa de linha moída, o que é uma mais valia nutricional e recheando com fruta fresca adoçada com uma colher de café de mel e polvilhada com canela. Também pode usar um recheio salgado: queijo e fiambre, frango, atum, legumes, etc.
Quanto à técnica o segredo é experimentar, experimentar e experimentar. Este foi o primeiro crepe que fiz e saiu mais ou menos, o segundo foi para o lixo, o terceiro ficou piorzinho que este e o que fiz hoje de manhã (acompanhado com papaia e canela) ficou bem lindinho.

Ingredientes:
2 colheres de servir de goma de tapioca
1 maçã golden
1 colher de sopa de açúcar

Preparação:
Comece por prepara o recheio: descasque e descaroce a maçã e corte em fatias bem finas.
Deite as fatias de maçã numa frigideira com o açúcar e deixe caramelizar, em lume médio, mexendo sempre. Ajuste o açúcar à doçura da maçã.
Quando estiver pronto reserve.
Peneire a tapioca sobre uma sertã anti-aderente com cerca de 18 cm de diâmetro. Agite a sertã de forma a que a tapioca se espalhe pela sua superfície formando um circulo.
Leve a sertã a lume médio e deixe cozinhar durante 1 a 2 minutos até o crepe estar solto (se abanar a sertã vê que o crepe está solto). Nas experiências que tenho feito espero até a sertã começar a fumegar (ligeiramente, claro) e o crepe empola um bocadinho no meio ou nas bordas.
Com a ajuda de uma espátula volte o crepe, e aguarde uns segundos, só para secar alguma goma que esteja solta. 
Volte novamente, espalhe o recheio sobre metade do crepe e com a espátula dobre a outra metade sobre o recheio. 
Transfira para um prato e delicie-se.


20 de fevereiro de 2017

Super pão e quase uma super saga


Continuando a saga deste "Um mês com...", a segunda convidada do desafio foi Mafalda Pinto Leite, que já devem conhecer dos vários livros que tem publicado e do site "Dias com a Mafalda" e a receita escolhida um pão que me pareceu delicioso. Lá fui preparar a receita. Feito o pão, deixei-o a arrefecer em cima da bancada enquanto preparava o jantar. A Nikita estava muito sossegada no canto dela e nem sequer dava sinais de curiosidade pelo pão, por isso, quando fui jantar deixei-a na cozinha, nem sequer imaginando o que é que iria encontrar quando regressasse: migalhas pelo chão todo e eu sem perceber o que se passava, até que o D. me diz "comeu o pão" e eu continuava sem perceber, até que olhei para a bancada e vi que...faltava o meu pão. O rasto de migalhas ía até ao terraço, onde a "desgraçada" estava, lá ao fundo, a olhar para nós com um ar completamente comprometido e nem sequer veio ter connosco, naturalmente. Do primeiro pão só sobraram, então, migalhas.
Não desisti e lancei-me na segunda tentativa, mas desta vez sem as amêndoas e as bagas goji e substituindo a cobertura de aveia e amêndoas por fatias de maçã (que acabaram entretanto). O pão ficou delicioso, embora a foto não lhe faça jus, mas foi o que consegui arranjar....

(Fonte: Dias com a Mafalda)
Ingredientes:
100 ml de leite de arroz (ou outro a gosto)
150 ml de iogurte grego natural (ou iogurte vegetal)
100 ml de mel (ou xarope de ácer)
100 gr. de tâmaras passas
50 gr. de bagas Goji (não usei)
50 gr. de coco ralado ou em lascas
80 gr. de amêndoas + 2 colhres de sopa extra (não usei)
50 gr. de flocos de aveia (ou de quinoa) + 2 colheres de sopa extra
150 gr. de farinha integral
180 gr. de farinha sem fermento
1 colher de chá de canela em pó (opcional)
2 colheres de sopa de sementes de linhaça
2 colheres de sopa de sementes de chia
2 colheres de sopa de sementes de girassol
1 colher de chá de sal
1 e 1/2 colher de chá de fermento em pó
1 e 1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
1 maçã grande

Preparação:
Pré-aqueça o forno a 180º.
Forre uma forma de pão com papel vegetal (usei uma forma de silicone, por isso não precisei de forrar). Reserve.
Misture o leite, iogurte e o mel numa tigela.
Pique as frutas e as amêndoas de forma grosseira e misture com os restantes ingredientes secos.
Junte a mistura liquida à mistura de ingredientes secos. Se a masse estiver muito grossa acrescente leite, pouco a pouco, até obter a mistura desejada.
Deite a mistura na forma, corte a maçã em fatias e mergulhe-as na massa com  a casca para cima (ou  polvilhe com as amêndoas e aveia extra).
Leve ao forno por 45 minutos ou até ficar dourado e cozinhado no interior.
Deixe arrefecer por completo.
Pode congelar, cortando em fatias e guardando num saco próprio no congelador. Retire apenas as fatias que pretende comer e torre.

19 de fevereiro de 2017

Pizza de quinoa (base)


 
Este foi para mim a edição de"Um mês com...!" mais atribulada de sempre. Além de deixar para o fim do desafio a execução das receitas escolhidas  (sim receitas, que este mês há convidadas a dobrar) à boa maneira portuguesa, mas contra o meu hábito (as publicações sim, essas são feitas muitas vezes em cima da hora), não faltaram percalços nas duas receitas que escolhi.
Começando: uma das convidadas deste mês é Ella Woodward, autora do blog "Delicious Ella"  e já com quatro livros publicados. Ella conta-nos como é que a vida dela sofreu um choque quando, aos vinte anos, lhe foi diagnosticado Síndrome de Taquicardia Postural e como foi encontrando na alimentação uma forma de enfrentar a doença e retomar uma vida normal, tendo deixado de comer alimentos processados e abraçando uma alimentação vegetariana e apoiada em ingredientes integrais.
Bom, como andava ansiosa por experimentar uma base de pizza alternativa escolhi a receita da base de pizza de quinoa, que aparece no "Delicious Ella" também em vídeo, o que é uma grande ajuda (mas que não visionei antes de executar a receita, por pura preguiça e falta de paciência para estar em frente ao computador a assistir a vídeos) e o primeiro percalço aconteceu porque resolvi acrescentar 2 colheres de sopa de água à massa, depois não untei suficientemente a base que usei para cozer a massa, por isso quando retirei a massa do forno tive alguma dificuldade em removê-la do prato. Depois foi um daqueles fins-de-semana em que resolvi não me preocupar com as compras e quando abri a gaveta dos vegetais no frigorifico, descobri que não tinha muito por onde escolher para fazer o recheio. Fiquei-me por uma beterraba e uma curgete que decidi assar em rodelas. Comecei pela beterraba, por necessitar de mais tempo que a curgete, e fui tratar de outras coisas. Resultado: confirmei a minha teoria de que os fornos trabalham melhor e mais depressa quando os deixamos sozinhos e, assim, consegui rodelas de beterraba quase carbonizadas. Restou-me a curgete que acabei apenas por grelhar, não fosse acontecer mais alguma desgraça.
 
 
 
Ingredientes:
3/4 de chávena de quinoa
1 colher de chá de vinagre de sidra
1 colher de chá de ervas de Provença
1 colher de chá de orégãos
Flocos de malagueta a gosto (não usei)
1 pitada de sal
Molho de tomate q.b.
Curgete grelhada
Cebola roxa

Preparação:
Demolhe a quinoa (numa taça coberta com água até cerca de 2cm acima dos grãos) durante 8 horas.
Pré-aqueça o forno a 190º.
Coe a quinoa e coloque-a num processador de alimentos, juntamente com o vinagre, as ervas, a malagueta e o sal. Processe até obter uma massa (usei a Bimby pulsando o turbo e raspando as laterais do copo sempre que necessário até obter o resultado final).
Unte uma forma de pizza ou uma forma de bolo (a Ella usa uma forma de bolo com aro amovível)com azeite e espalhe a massa formando um circulo.
Leve a assar durante 15 a 20 minutos, ou até a base estar firme.
Espalhe o molho de tomates sobre a base e os ingredientes que escolheu (optei pela curgte grelhada, cebola roxa e orégãos secos). Se quiser leve de novo ao forno para aquecer os ingredientes.

17 de fevereiro de 2017

Tatin de pera bêbada


Há unas anos atrás vi numa revista online espanhola uma tarte com pêras bêbadas que me deixou a sonhar até hoje. Era uma daquelas receitas que nos ficam na memória e que sabemos que algum dia havemos de voltar a ela para a por em prática. Ora, entretanto não sei onde guardei o PDF da revista, provavelmente ficou perdida entre mudanças de computador ou em algum lugar de armazenamento de ficheiros, daqueles que acabam por se transformar numa espécie de sótão ou de arrumos lá de casa, onde se guarda tudo e não nos lembramos do que lá temos guardado e exactamente aonde.
Bom, mas a memória desta tarte ficou e ao visitar o "Pratos e Travessas" encontrei pelas mãos da Mónica uma tarte Tatin que me levou de volta a essa memória. Desta vez não aguardei muito, só que chegasse o fim-de-semana, para levar á mesa esta delicia suprema que ficou classificada como uma das melhores sobremesas servidas ... desde sempre.
Aproveitem o fim-de-semana e mimem os vossos comensais com estas tartes maravilhosas. Se forem muito gulosos acompanhem-nas com uma bola de gelado.
 
(Inspiração: Pratos e Travessas
Ingredientes (rende 3 formas de tartelete):
Massa folhada
4 pêras pequenas, não muito maduras, descascadas e descaroçadas e cortadas em quartos
70 gr. de açúcar
1 colher de sopa manteiga
100ml de vinho tinto
1 cálice de vinho do Porto
1 pau de canela

Preparação:
Prepare as formas de tarteletes: corte circulos de massa  folhada com 1 cm de diâmetro superior ao das formas e reserve.
Pré-aqueça o forno a 200º.
Numa sertã deite o açúcar, a manteiga, a canela e os vinhos e leve ao lume, deixando o vinho ferver durante cerca de 5 minutos.
Acrescente as peras e envolva. Deixe cozinhar mais uns minutos, até as peras estarem embebidas no vinho.
Distribua as peras pelas formas, aconchegando-as bem. Regue com 1 a 2 colheres de sopa do liquido que restou na sertã e cubra com a massa folhada voltando as margens excedentes da massa para dentro da forma.
Leve ao forno até a massa ficar dourada.
Deixe arrefecer um pouco e desenforme as tartes virando-as com cuidado e rapidamente sobre um prato. 

1 de fevereiro de 2017

"Cannellonis" de curgete com recheio de espinafres e pinhões



A começar o ano a "brincar" com a comida, o grupo "Dia 1 na Cozinha" desafiou-nos a apresentar cannellonis: tradicionais ou não, isto é com massa ou outro ingrediente, recheados com carne ou o que bem entendermos. Entre a massa e "outro ingrediente" optei por esta alternativa. Escolhi uma curgete gordinha e um recheio simples, mas saboroso. O queijo de cabra no molho béchamel deu-lhes um toque ligeiramente salgado que ligou muito bem com os espinafres e o sabor ligeiramente terroso das folhas de beterraba. 

Ingredientes (serve 2 "doses femininas" :) ):
1 curgete
200 gr. de espinafres
2 colheres de sopa de pinhões
2 dentes de alho laminados
1 molho pequeno de folhas de beterraba
1 queijo de cabra
200 ml de molho béchamel
100 ml de molho de tomate (o que mais gostarem, pode ser o que usam para as pizzas)
Azeite q.b.
Sal q.b.

Preparação:
Pré-aqueça o forno a 200º.
Comece por preparar o molho de tomate e reserve.
Lave bem a curgete e corte as pontas. Com uma faca ou com uma mandolina corte-a em fatias longitudinais com cerca de 2 mm de espessura (nem muito finas nem muito grossas, ficando suficientemente maleáveis para poderem ser enroladas). Reserve.
Numa sertã aqueça uma colher de sopa de azeite e salteie os pinhões e o alho até alourar, mas sem queimar.
Junte à sertã as folhas de espinafres e de beterraba e envolva, mexendo com a colher de pau até as folhas murcharem. Tempere a gosto e reserve.
Espalhe o molho de tomate no fundo de um recipiente que vá ao forno. 
Estenda as tiras de curgete sobre uma tábua de cozinha e vá colocando numa ponta de cada uma cerca de 1 colher de sopa do recheio e enrole. Coloque o rolinho no tabuleiro de forno com a ponta virada para baixo. Repita este processo até acabar o recheio.
Prepare o molho béchamel, acrescentando o queijo de cabra esfarelado quando o molho estiver pronto (se usar a Bimby acrescente a 30 segundos do fim).
Regue os cannellones de curgete com o béchamel e leve ao forno até o molho começar a borbulhar nas bordas do recipiente e o topo estar dourado.
Sirva com uma salada rica.



Na marmita:




30 de janeiro de 2017

Tortilha de claras com abóbora manteiga assada, espinafres e cebola roxa



Eu sou daquelas pessoas que evita o máximo que pode o desperdício alimentar, por isso tenho sempre o congelador a aborratar de sobras de refeição que possam ser aproveitadas para novas refeições, de sobras de legumes que possam ser usados em sopas ou para fazer caldos (os pés dos cogumelos, por exemplo), de fruta madura (para fazer gelados, mousses ou para acrescentar ás papas de aveia) e tenho sempre algumas claras que vou usando para fazer panados (uso só a clara misturada com um pouquinho de água), alguma receita doce, omeletas de claras ou uma refeição como esta tortilha. 

E vocês, costumam aproveitar as sobras das refeições?



Ingredientes:
4 claras
2 colheres de chá de leite em pó
1 colher de café de fermento em pó
1 colher de sopa de puré de abóbora (opcional)
1 dente de alho
Abóbora manteiga  assada (cerca de ¼ de 1 abóbora pequena)
Espinafres a gosto
½ cebola roxa
Tomilho, folhas frescas
Sal q.b.
Azeite q.b.

Preparação:
Pré-aqueça o forno a 170º
Numa frigideira que possa ir ao forno, salteie a cebola cortada em rodelas finas (reserve algumas rodelas para guarnecer) e o alho laminado numa colher de sopa de azeite.
Quando a cebola começar a amolecer e o alho alourar junte os espinafres e envolva.
Deixe refogar, mexendo sempre, até os espinafres murcharem.
Reserve.
Com papel absorvente limpe a frigideira, engordurando-a por todo com o azeite em que refogou os vegetais (acrescente mais um pouco se necessário).
Num copo alto junte as claras, o puré de abóbora, o leite em pó, o fermento e uma pitada de sal. Misture com a varinha mágica e verta sobre a frigideira que deve estar sobre lume médio.
Quando as bordas começarem a secar ligeiramente, espalhe a abóbora, a cebola e os espinafres.
Deixe cozinhar por breves minutos até o centro de claras ainda estar húmido.
Transfira a frigideira para o forno e deixe assar por cerca de 5 minutos, até o topo estar cozido e ligeiramente dourado.
Polvilhe com as folhas de tomilho frescas e rodelas de cebola roxa.
Sirva quente com uma boa salada.


Dicas: o puré de abóbora vai ajudar a conferir sabor e cor às claras. Pode não o usar ou substituir por folhas de espinafres para uma tortilha verde.

27 de janeiro de 2017

Tarteletes merengadas de tangerina




A Marta estreou, no saboroso "Intrusa na Cozinha", o primeiro desafio "do ano escolhendo a tangerina como ingrediente estrela. Confesso que adoro o cheiro dos citrinos, mas já não sou muito amiga de comer laranjas e tangerinas, por muitas propriedades que tenham, o que não quer dizer que não sejam um dos meus ingredientes preferidos para doçaria. Quem não gosta de um bolo de laranja ou de tangerina ou de limão?

Portanto, Janeiro é mês de tangerinas e a receita escolhida para participar foram umas tarteletes de tangerina merengadas baseadas na receita de tarte de limão merengada do livro de receitas base da Bimby. O resultado final agradou, mas penso que poderiam ter ficado muito melhores se tivesse usado massa quebrada em vez da massa folhada e mais sumo de tangerina (substituindo parte da água por sumo) e raspa da casca para intensificar o aroma tão característico deste fruto.


(Fonte: Adaptada do "Livro de Receitas Base da Bimby")
Ingredientes:
Massa folhada (ou quebrada)
Para o creme:
4 gemas de ovo
200 gr. de água
50 gr. de amido de milho
130 gr. de açúcar
40 gr. de sumo de tangerina
40 gr. de manteiga
Para o merengue:
50 gr. de açúcar
40 claras de ovo
Gotas de limão
1 pitada de sal

Preparação:
Pré-aqueça o forno a 200º.
Forre formas de tarte pequenas com a massa folhada, pique a base com um garfo e leve ao forno até a massa estar dourada. Retire do forno e reserve.
No copo da Bimby coloque todos os ingredientes para o creme  e programe 5 min/90º/vel 4.
Distribua de imediato o creme sobre as bases de massa.
Com o copo limpo coloque a "borboleta", as claras, umas gotas de sumo de limão e uma pitada de sal e bata (sem o copinho) 6 min/vel 3.
Nos 30 segundos finais adicione o açúcar através do bucal da tampa.
Cubra as tarteletes com o merengue, polvilhe com açúcar e leve ao forno para dourar.


25 de janeiro de 2017

Bolinhas de maçã e nabo com sementes de sésamo


Mais uma receita para ajudar o organismo a suportar excessos: estas bolinhas podem servir como acompanhamento de fritos, já que o nabo ajuda a eliminar gorduras e, por isso, limpa o fígado e vesícula biliar. 
Além destas propriedades, estas bolinhas são um acompanhamento bem fresco, o que as torna o par ideal de refeições com mais teor de gordura.





(Fonte: "O Livro de Cozinha da Marta")
Ingredientes:
2 maçãs
1 nabo (ou 1 cenoura) (usei 1 nabo e um pouco de cenoura)
Sumo de limão
1 colher de chá de vinagre de ameixa
Sementes de sésamo pretas (usei brancas)
Hortelã (não usei)

Preparação:
Rale as maçãs e o nabo (ou a cenoura), no ralador fino e regue com sumo de limão para não oxidarem.
Pique a hortelã  e envolva todos os ingredientes (maçã, nabo e hortelã).
Tempere com o vinagre e com as mãos faça bolinhas do tamanho de uma ameixa, apertando ligeiramente, mas não muito para não perderem o sumo.
Polvilhe com as sementes de sésamo e sirva como acompanhamento.

18 de janeiro de 2017

Alguns dos livros na minha lista "a comprar"


Estes são alguns dos livros que permanecem (com excepção de um) na minha de lista de compras, entre muitos outros, acreditem. Há a presença inevitável dos livros de receitas de chefes que nos fazem olhar a comida com outros olhos e há os romances com títulos que apelam aos sentidos onde a comida é o centro e há os que nos fazem navegar por outras vidas e lugares.

O único que já lá está na estante é "Casca; Talos e Folhas e outros tesouros nutricionais", que inclui nesta lista por estar com um preço de saldo interessante na Wook. São páginas recheadas de receitas para aproveitar o que normalmente deitamos fora nos legumes que prepararmos e que às vezes é tanto desperdício....




1 - "As receitas do Chefe Tiger", de Chefe Tiger
2 - "Arroz de Palma", de Francisco Aevedo
3 - "Na Cozinha com Nigella", de Nigella Lawson
4 - "As Voluptuosas Receitas de Miss Dahl", de Sophie Dahl
5 - "O Alentejo à Mesa" de Maria Antónia Goes
6 - "As pessoas felizes leêm e bebem café", de Agnès Martin-Lugand
7 - "Arquipélago", de Joel Neto
8 - "Que importa a fúria do mar", de Ana Margarida de Carvalho
9 - "O Paraíso são os outros", de Valter Hugo Mãe
10 - "Cozinhar com prazer", de Chakall
11 - "Os livros do final da tua vida", de  Will Schewalbe
12 - "Para Isabel", de António Tabucchi
13 - "Prazeres Divinos" de Nigella Lawson
14 - "As minhas receitas para cozinheiros amadores", de Chefe Cordeiro
15 - "Cascas, Talos e Folhas e outros tesouros nutricionais", de Alexandre Fernandes
16 - "Tea-Bag O Sorriso da Esperança", de Henning Mankell
17 - "Apetite Saudável" de Gordon Ramsay

Recentemente surgiu mais uma publicação que me chamou a atenção: "ABCão - O Livro de Alimentação e Bem-Estar do seu Cão", de Ana Teresa Peres e Joana Carido. Para quem tem animais de estimação e quer proporcionar uma alimentação saudável que não encareça o nosso orçamento e contribua para o equilíbrio do animal.


De resto, a minha leitura do momento é esta: "A Rapariga no Comboio", de Paula Hawkins


E aguarda a vez na minha estante este: "Coisas que nunca aconteceriam em Tóquio", de Alberto Torres Blandina


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